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Resenha - Sombrio Perdão - Melissa Marr

19 de janeiro de 2018


Ano: 2014 / Páginas: 336
Idioma: português
Editora: Rocco

Último livro da série Wicked Lovely, um conto de fadas contemporâneo ambientado num mundo ao mesmo tempo fabuloso e cruel, sedutor e perigoso, Sombrio perdão leva a jornada da jovem Aislinn Foy a um desfecho emocionante. Bestseller do The New York Times, a série de Melissa Marr foi traduzida em 26 línguas e vendeu mais de um milhão de exemplares, conquistando os leitores com seu clima romântico e um tanto sombrio.





Sombrio Perdão é o último livro da série Wicked Lovely, de Melissa Marr... e posso dizer que a autora fechou perfeitamente bem essa série que encanta o leitor desde o primeiro livro. É realmente uma série incrível, uma das mais legais sobre fadas, cheia de surpresas e com uma história bem complexa. 

Nesse último livro, Keenan, o Rei do Verão, está desaparecido e a Corte Sombria tenta se recuperar de um ataque, ao mesmo tempo que um estranho ronda a cidade e oferece riscos à vida dos seres mágicos. Com Keenan desaparecido, Aislinn se tornou responsável pela Corte do Verão... mas ao mesmo tempo que cuida dela e tenta encontrar seu Rei, ela espera pela volta de Seth, que se tornou uma peça importante entre as Cortes... Ele cometeu um terrível erro e desenvolveu poderes que podem afetar muitos, mas se mantêm afastado de Aislinn para deixar que ela escolha entre ele e Keenan. E, ao mesmo tempo que tudo isso acontece, ainda tem a ameaça de Bananach, que se torna cada vez mais poderosa e torna a guerra cada vez mais iminente.




Mais uma vez eu gostei muito dos personagens... Desde o primeiro livro já dava para ver que eram bem desenvolvidos, mas a cada livro percebemos o crescimento deles, mas é em Sombrio Perdão que isso fica ainda mais aparente. Aqui cada um dos personagens terá que lidar com suas próprias responsabilidades e com os perigos que se aproximam.

Em minha concepção os que mais evoluíram foram Donia e Kenan. Kenan sempre foi um personagem muito difícil, mas acompanhar o seu amadurecimento nesse livro foi quase um presente. E Donia sempre foi uma das minhas queridinhas desde o começo, fiquei imensamente feliz com o desfecho dela. 

Apesar de preferir narrativas em primeira pessoa, a narrativa em terceira pessoa não atrapalhou a aproximação do leitor com os personagens, Melissa consegue desenvolver todos os ângulos da história e as emoções dos personagens de forma impecável.




Essa série é muito original e ousada, mas se mostrou um tanto quanto complexa, o enredo é muito bem trabalhado, instigante, cheio de surpresas e momentos de tensão. Contudo, acredito que a série tenha se estendido um pouco além do necessário. Melissa Marr criou uma trama tão intrincada, que por diversas vezes  ao longo da série eu pensei que ela iria se perder na resolução de tudo. Mas, Sombrio Perdão veio para provar que a autora sabia o que estava fazendo desde o começo. 

Como dito anteriormente, uma das melhores séries sobre fadas que eu já li, adoro todo esse universo mágico e esse foi o principal motivo para a série ter me conquistado, principalmente pelo fato de Melissa ter usado um tema batido e transformado em algo tão inovador. 

A narrativa é incrível e repleta de surpresas. Sombrio Perdão não teve a enrolação de outros livros da série, aqui só vi a autora dando um desfecho maravilhoso e levando o leitor a repensar toda a trajetória dos personagens e seus conflitos internos. 

Enfim, adorei o desfecho da série e estou ansiosa por novos livros da autora. Pra quem gosta de fantasia, Wicked Lovely é uma ótima pedida, principalmente agora que a série esta oficialmente completa no Brasil. As capas são lindas e a diagramação muito confortável. O trabalho de revisão da editora ficou ótimo. 


Resenha - A Fogueira - Krysten Ritter

18 de janeiro de 2018


Ano: 2017 / Páginas: 288
Idioma: português
Editora: Fábrica231

Com lançamento simultâneo no Brasil e nos EUA, A fogueira é o livro de estreia da atriz Krysten Ritter, protagonista do premiado seriado da Netflix Jessica Jones e conhecida também por seus papéis em Os defensores e Breaking Bad, entre outros filmes e séries. Na trama, Abby Williams é uma advogada de 28 anos especializada em questões ambientais. Hoje uma mulher independente vivendo em Chicago, Abby teve uma adolescência problemática numa cidadezinha no estado de Indiana que até hoje ela luta para esquecer. Mas um caso de contaminação envolvendo uma grande empresa obriga Abby a voltar à pequena Barrens e confrontar seu próprio passado. Quanto mais sua equipe avança nas investigações sobre a Optimal Plastics, mais Abby se aproxima também da verdade sobre o misterioso desaparecimento de sua antiga melhor amiga anos atrás e de outros acontecimentos até então sem resposta.

Abby é uma advogada ambiental; ela vive em Chicago, mas nem sempre viveu lá. Abby cresceu numa cidadezinha pequena chamada Barrens, da qual ela tentou se forçar a esquecer quando foi embora, mas nunca conseguiu.

Ela acaba com um caso de contaminação envolvendo uma grande empresa e se vê obrigada a voltar a Barrens... Mas as coisas acabam se mostrando mais difíceis do que ela esperava. A tal empresa é responsável pelo crescimento notável da cidade, pela geração de empregos locais, doações generosas a instituições, criação de centros comunitários... Quase a cidade toda os adora, mas eles estranhamente parecem limpos demais, e Abby sabe que tem algo além disso... algo que talvez possa envolver o desaparecimento de uma antiga amiga. 

Enquanto avança mais nas investigações, Abby vai cada vez mais se aproximando da verdade e somando as peças de um enorme quebra-cabeça complexo de montar, ao mesmo tempo que confronta o passado que ela queria tanto deixar para trás.


A Fogueira foi um livo que me despertou interesse mais pela autora do que pela trama em si. Para quem não sabe, Krysten Ritter é atriz, que ficou muito conhecida por interpretar a heroína Jessica Jones na série da Netflix. Eu gosto muito da série e da atriz, então fiquei bem curioso em saber que esse é seu livro de estreia... No fim, a leitura não foi de toda ruim, mas estou sim um pouco decepcionado.

A escrita da Krysten é simples, mas é fluída e ela soube fazer uma ambientação muito boa, o que foi um dos pontos positivos para o livro. Eu realmente me senti parte da história, tanto pela descrição dos cenários quanto pelo envolvimento pessoal da personagem com suas lembranças.

E a outra coisa que tornou o livro um pouco melhor foi olhar a história como um todo. Olhando de um ângulo mais amplo, é uma história criativa e que foge do que eu costumo ler em livros do gênero, mas que quando analisada em partes deixa a desejar em diversos pontos.


Primeiramente, não há uma explicação aprofundada na razão de Abby ir a Barrens; a desculpa da contaminação pela empresa mal é citada com detalhes... só sabemos que ela foi e pronto, temos que aceitar que ela recebeu esse caso que por coincidência é na mesma cidade que ela morava... Não achei convincente.


Segundo, Abby não é uma personagem à qual o leitor se apega. Ela não é ruim, mas nem de longe é muito carismática... Ela é impulsiva, acredita muito cegamente nas coisas... Não sei, ela também não me convenceu.

E teve muita enrolação... O livro vai se desenvolvendo num ritmo até legal, mas eu descartaria facilmente algumas cenas/memórias e desenvolveria melhor o final, que se resolveu muito facilmente nas 40 últimas páginas. O final em si é meio absurdo, mas é criativo, então ainda não sei o que pensar dele.

Realmente me decepcionei um pouco, mas dou 3 estrelas ao livro pela escrita e pela criatividade.



Resenha: A Bela e a Adormecida - Neil Gaiman e Chris Riddell

17 de janeiro de 2018


Ano: 2015 / Páginas: 72
Idioma: português
Editora: Rocco Jovens Leitores

Sinopse: Em uma sombria e fascinante história, as mais queridas princesas dos contos de fadas são reinventadas de maneira brilhante pelo inglês Neil Gaiman e o ilustrador Chis Riddell. Em A Bela e a Adormecida, uma jovem rainha é informada, na véspera de seu casamento, sobre uma estranha praga que assola as fronteiras do seu reino, um sono mágico que se espalha pelo território vizinho e ameaça os seus domínios. Na companhia de três anões, a rainha abandona o fino vestido da festa, pega sua espada e armadura e parte pelos túneis dos anões para o reino adormecido. Uma viagem repleta de ação e suspense que leva a uma surpreendente descoberta. Misturando o conhecido e o novo com perfeita sintonia, Gaiman cria mais uma obra repleta de magia e aventura capaz de hipnotizar o mais exigente dos leitores.

Resenha - A Estrela da Meia-Noite - Marie Lu

15 de janeiro de 2018

Ano: 2017 / Páginas: 256
Idioma: português
Editora: Rocco

Adelina Amouteru sobreviveu à febre do sangue, fez uso de seus dons, formou seu próprio exército, vingou-se de seus traidores e conquistou a vitória. Mas seu reinado triunfante está ameaçado, e o inimigo não vem de fora; a sede de vingança da jovem levou seu lado cruel e sombrio a sair do controle, e ela terá que curar antigas feridas se quiser manter tudo o que conquistou. No desfecho da eletrizante trilogia Jovens de Elite, Marie Lu coloca sua protagonista diante de uma nova ameaça que a levará a revisitar fatos dolorosos do seu passado e a fazer uma aliança arriscada e difícil. Será que Adelina está preparada para se transformar na estrela da meia-noite e, finalmente, conhecer a paz?

// CONTÊM SPOILER DOS LIVROS ANTERIORES //

Adelina Amouteru é uma Jovem de Elite, uma sobrevivente da febre do sangue, e fez uso dos seus dons. Depois de ser traída pelos Punhais, Adelina se vingou; ela conquistou seu exército e formou sua própria sociedade, tornando-se a Loba Branca, e com essas cartas na manga ela conquistou Kennetra e, aos poucos, os territórios ao redor.












Mas quando mais poderosa e cruel ela se torna, mais seu poder se volta contra ela; as vozes em sua cabeça se tornam cada vez mais fortes e insistentes... Só que ela não é a única afetada; aos poucos, uma teoria sobre os Jovens de Elite começa a se mostrar real, teoria na qual seus poderes começam a consumí-los pouco a pouco, até levá-los à morte. E, para piorar, algo está envenenando o mundo, matando o que encontra no caminho.

Agora Adelina precisará dar uma trégua à sua vingança e mais uma vez se unir aos Punhais para combater um poder ainda maior que os próprios Jovens de Elite.


A Estrela da Meia-Noite é o desfecho da trilogia Jovens de Elite, de Marie Lu, que me conquistou desde o primeiro livro e me surpreendeu muito em todos os aspectos... Eu já havia lido Legend da autora e não tinha gostado tanto quanto gostei de Jovens de Elite, então eu fiquei bem impressionado com o quanto ela conseguiu me prender nessa trilogia. 

"Houve uma época em que a escuridão cobriu o mundo, e a escuridão tinha uma rainha."

A escrita dela é maravilhosa, de verdade. Acho que outro escritor não teria conseguido fazer o que ela fez com esses livros... Ela transmite incrivelmente bem as emoções dos personagens e a luta interna de Adelina contra as trevas, além de conseguir alterar os pontos de vistas entre os capítulos em tornar a leitura monótona sob a visão de outro personagem. Ela realmente se superou nesses livros.


Estrela da Meia-Noite consegue ser um livro bastante diferente dos dois primeiros em alguns aspectos, mas ao mesmo tempo ser um desfecho PERFEITO para a história de Adelina. Enquanto os outros livros trabalham bastante a parte política e as batalhas do livro, junto com o desenvolvimento do lado sombrio de Adelina e sua ascensão, esse desfecho foca bastante na mitologia do mundo criado pela autora (calma, tem todo o sentido para a história). Eu adorei como a autora conseguiu fechar tudo que ela vinha trabalhando e ainda assim conseguir entregar novas informações ao leitor, sem deixar nada em aberto. Marie Lu, eu te venero!

Meu único ponto negativo para esse livro é: ele é o livro mais curto da trilogia! Eu achei o ritmo perfeito, tem uma dose bem colocada de acontecimentos que prendem o leitor, tem uma carga emocional imensa, mas eu QUERIA MAIS. Esse ponto é unicamente meu, pois não afeta na história... ela não vai te deixar sem resposta nenhuma, e nem deixar de cumprir seu papel, mas quem vem acompanhando a série e se apaixonando a cada livro vai sentir que acabou muito rápido.

De qualquer forma, a autora conseguiu mais uma vez me conquistar e me inserir na história de uma forma incrível. Eu adorei como tudo acabou, mesmo tendo chorado horrores... A única coisa que me resta é pedir que vocês leiam esses livros. Vou recomendar eternamente <3



Resenha - A ascensão do mal - Danielle Paige

14 de janeiro de 2018

Ano: 2017 / Páginas: 240
Idioma: português
Editora: Rocco Jovens Leitores

Em Dorothy tem que morrer, Amy Gumm é uma garota do Kansas levada por um tornado para o mundo encantado de Oz. O que ela encontra por lá, porém, é uma paisagem bem diferente da descrita no clássico de L. Frank Baum, governada com mão de ferro por uma certa Dorothy Gale. Para fazer de Oz uma terra livre novamente, Amy precisa remover o coração do homem de lata, roubar o cérebro do espantalho e tomar a coragem do leão. E aí Dorothy morreria. Mas, em A ascensão do mal, aguardada sequência da série de Danielle Paige, ela continua viva. E o passado de Oz guarda muitos segredos que Amy ainda desconhece. Em quem ela poderá confiar para cumprir sua missão?

Esse é o segundo volume de uma série que até o momento já tem quatro livros publicados no exterior, Dorothy tem que morrer é uma espécie de releitura da história O fantástico mundo de Oz, só que com uma vibe completamente diferente, dessa vez os mocinhos são os vilões e Dorothy e Glinda são duas governantes extremamente pecaminosas e sanguinárias, que estão absorvendo toda a magia de Oz. 



Amy Gumm é uma garota do Kansas levada por um tornado para o mundo de Oz  e recrutada pela Ordem Revolucionária das Malvadas. Para fazer de Oz um lugar livre novamente, Amy precisa remover o coração do homem de lata, roubar o cérebro do espantalho e tomar a coragem do leão e então Dorothy morreria. O problema é que ela continua bem viva. 

A Ascensão do Mal passou bem longe de ser tão bom quanto o primeiro volume da série, não foi tão eletrizante e viciante como o primeiro. Mas ainda é impossível não se apaixonar por todo o universo criado por Danielle Paige, a autora se mostrou ainda mais criativa, apresentando ao leitor novos cenários, completamente originais e incríveis, tudo foi tão minuciosamente descrito, as vezes até em excesso, que foi perfeitamente possível criar na mente um cenário para as cenas do livro. 



Acredito que a ambientação do novo mundo de Oz seja o grande destaque da série, nos mostra o quando a autora teve o cuidado de pensar em cada detalhe para permitir que o leitor mergulhe na história. Eu pelo menos me senti completamente imersa. Em A ascensão do mal, teremos muitas aventuras e momentos de tensão, batalhas, conspirações perigosas e  muita magia. 

Nesse livro Amy parece um pouco confusa, acho que o fato de ter estado tão confiante no primeiro livro e ter fracassado, a deixou muito perdida ou talvez o fato de estar cada vez mais semelhante a Dorothy. Esse foi um dos pontos que eu não gostei no livro, eu amei tanto a personalidade de Amy no começo, que vê-la regredir foi como levar um balde de água fria.

Amy sempre foi uma mocinha muito valente e determinada, não serve ser insegura e para ficar acatando a opinião dos outros, muito menos para se envolver em um romance completamente forçado. Sinto muito, mas hoje não Faro! Pra mim o lado amoroso do livro não colou.



Danielle Paige deixa muitos pontos em aberto, ligações para os próximos livros da série e acho que fico feliz por isso. A série prossegue em um ritmo que eu considero bem agradável, mas espero que os próximos livros sejam mais animadores e revigorantes. As protagonistas do lado negro da história aparecem muito pouco e isso também não me agradou muito, senti falta de um pouco mais de maldade. 

A capa é linda e esta de acordo com o padrão do primeiro livro. Revisão e diagramação super ok. Estou ansiosa pelo próximo volume. Para quem gosta de releituras e fantasias, o livro é mais do que recomendado. 




Resenha - O Livro do Cemitério (O Livro do Cemitério #1 - Edição HQ) - Neil Gaiman e P. Craig Russell

12 de janeiro de 2018


Ano: 2017 / Páginas: 192
Idioma: português
Editora: Rocco Jovens Leitores

Sinopse: Bestseller do The New York Times e premiado com as medalhas Newbery (EUA) e Carnegie (Reino Unido), o romance O livro do cemitério, do cultuado escritor Neil Gaiman, ganha versão em quadrinhos adaptada por P. Craig Russell, parceiro de Gaiman em diversos livros, incluindo a versão em HQ de outro clássico do autor, Coraline. O livro é o primeiro de dois volumes que acompanham a trajetória de Ninguém Owens, ou Nin, um garoto como outro qualquer, exceto pelo fato de morar em um cemitério e ser criado por fantasmas. Cada capítulo nesta adaptação de Russell acompanha dois anos da vida do menino e é ilustrado por um artista diferente, apresentando uma variedade fascinante de estilos que dão ainda mais vida à atmosfera ao mesmo tempo afetuosa e sombria da história.

Resenha - As Perfeccionistas - Sara Sherpard

11 de janeiro de 2018

Ano: 2017 / Páginas: 288
Idioma: português
Editora: Rocco

O cenário da trama é Beacon Heights, Washington, onde Mackenzie, Ava, Caitlyn, Julie e Parker frequentam o último ano do ensino médio. Enquanto planejam seu futuro e lidam com suas próprias questões pessoais e familiares, algumas nem um pouco louváveis, as cinco descobrem algo em comum: todas elas odeiam o mesmo garoto, o rico e convencido Nolan. E arquitetam um plano de assassinato perfeito. Mas quando Nolan aparece morto exatamente do jeito que elas haviam imaginado, Mackenzie, Ava, Caitlyn, Julie e Parker precisarão provar que não são culpadas, enquanto suas vidas – e seus segredos – desmoronam ao redor.



As Perfeccionistas é a nova duologia de Sara Shepard, a autora da consagrada série Pretty Little Liars. Dessa vez, a história de passa em Beacon Heights e nós vamos conhecer Mackenzie, Ava, Caitlyn, Julie e Parker, jovens do último anto do ensino médio e que descobrem algo em comum: elas odeiam o mesmo garoto, o cara mais popular da escolar, o rico e muito convencido Nolan HotchKiss.

As cinco acabam planejando o assassinato perfeito para Nolan, um jeito de matá-lo sem que elas fossem descobertas. Mas, isso seria algo muito irreal para elas. O grande problema é quando Nolan aparece de fato morto e exatamente do jeito que elas planejaram. Agora elas precisaram provar que não são culpadas, antes mesmo que alguém as culpe.

Esse é o primeiro contato que eu tenho com a escrita da Sara Shepard e gostei bastante. Eu assisti uma grande parte da série Pretty Little Liars e admito que As Perfeccionistas me lembrou muito a série, são muitas semelhanças para deixar passar batido. Mas não acho que isso atrapalhou eu me apegar a essa duologia que segundo rumores, também será adaptado para a TV.



A narrativa é muito bacana, tem um ar de tensão e suspense que consegue prender o leitor até o final do livro. Sara alterna o ponto de vista das personagens,mostra tanto o passado quanto o curso da investigação e por ai nós vamos descobrimos o porquê de cada uma das meninas odiar tanto o falecido.

 A maior consideração a se fazer é que o livro é muito curto, o que prejudica um pouco o bom andamento do enredo. São muitos personagens para tão poucas páginas, nem chega a trezentas, e por isso a personalidade de cada um é pouco desenvolvida o que não permite uma ligação tão bacana entre o leitor e o personagem.

O livro surge mais como uma espécie de introdução para o próximo volume, aqui se cria muitos questionamentos e se responde pouca coisa, tudo ficou para ser respondido no livro final e talvez isso não seja tão ruim, mas quero dizer que já espero um Senhor livro, com muitas e muitas páginas.

Algo importante que a Sara traz em suas histórias é mostrar a realidade do universo jovem, o abuso do álcool e das drogas, o bullying, a busca incansável pela perfeição e para se ajustar aos padrões impostos pela sociedade. A autora consegue, em poucas páginas, nos trazer muita coisa para refletir.

Estou muito ansiosa pelo próximo volume e espero que a Editora Rocco anuncie logo esse lançamento.



Resenha - Vulgo Grace - Margaret Atwood

29 de dezembro de 2017

Ano: 2017 / Páginas: 496
Idioma: português
Editora: Rocco

Depois de O conto da aia, que deu origem à prestigiada série The handmaid’s tale e alcançou o status de bestseller mais de 30 anos após a publicação original, outro romance de Margaret Atwood vai ganhar as telas, desta vez pela Netflix, e volta às prateleiras com nova capa pela Rocco. Inspirado num caso real, Vulgo Grace conta a trajetória de Grace Marks, uma criada condenada à prisão perpétua por ter ajudado a assassinar o patrão e a governanta da casa onde trabalhava, na Toronto do século XIX. Com uma narrativa repleta de sutilezas que revelam um pouco da personalidade e do passado da personagem, estimulando o leitor a formar sua própria opinião sobre ela, Atwood guarda as respostas definitivas para o fim. Afinal, o que teria levado Grace Marks a cometer o crime? Ou será que ela estaria sendo vitima de uma injustiça?
 Em Vulgo Grace, Margaret Atwood nos leva ao Canadá do século XIX e conhecemos Grace Marks, uma criada condenada à prisão perpétua por ter ajudado James McDermott a assassinar o patrão Thomas Kinnear e a governanta da casa onde eles trabalhavam Nancy Montgomery. 

Grace tinha apenas 16 anos quando foi acusada de cometer o crime e agora que muitos anos se passaram, ela pode ter a chance de se ver livre. Grace passou anos entre o manicômio e a penitenciária, mas sua personalidade dócil permitiu que ela passasse alguns dias trabalhando como criada nada casa do governador do presídio. Por isso,  ela acabou ganhando o prestígio de um grupo da alta sociedade que resolveu chamar o médico especialista em doenças mentais Simon Jordan, para tentar ajudar no caso de Grace. 

Dr. Jordan agora vai mergulhar na mente de Grace Marks para descobrir o que a levou a cometer esse terrível crime ou se por acaso ela foi vítima de alguma injustiça. 



Não li o livro O conto de Aia, mas assisti a série baseada no livro e fiquei apaixonada pelo enredo criado pela Margaret Atwood. Quando vi que a netflix iria lançar uma série baseada em Vulgo Grace, eu logo quis pegar o livro pra ler. Gostei tanto da série quanto do livro. Margaret tem um talento incrível para prender o leitor ao enredo. 

A história desse livro é baseada em um caso verídico que aconteceu no Canadá mesmo. O livro tem pontos de vistas diferentes e por isso é necessário que se preste bastante atenção a leitura. Grace relata sua história em primeira pessoa, em contrapartida a visão do Dr. Jordan é feita em terceira pessoa, o que nos deixa ter uma visão melhor do que esta se passando na mente do médico. 

O mais interessante nesse livro é como ele apesar de passar em séculos passados, parece tão atual. O enredo foi muito bem escrito, porém muitas perguntas não foram respondidas e confesso que fiquei um pouco decepcionada com o final do livro, mas nada que apague a genialidade da obra no geral. 

A história de Grace é muito sedutora ao leitor, você começa a se envolver pela história da personagem e quando menos percebe já está apegada a Grace e querendo decifrar seus segredos, ela teve uma vida muito sofrida e você tenta entender os motivos que a levaram a cometer o crime ou o que levou ela a levar a culpa por tudo. 

Gostei do rumo que as coisas tomaram, mas ainda faltou aquele capítulo extra sabe? pra responder algumas outras coisas. 

A série é muito fiel ao livro, muito mesmo. Vale a pena conferir os dois. Agora estou ansiosa para ler o livro O conto de Aia. 



Resenha - Scarlet - Marissa Meyer

23 de dezembro de 2017


Ano: 2014 / Páginas: 480
Idioma: português
Editora: Rocco

Depois de Cinder, estreia de sucesso de Marissa Meyer e primeiro volume da série As Crônicas Lunares, que chegou ao concorrido ranking dos mais vendidos do The New York Times, a autora está de volta com mais um conto de fadas futurista. Scarlet, segundo livro da saga, é inspirado em Chapeuzinho Vermelho e mostra o encontro da heroína ciborgue que dá nome ao romance anterior com uma jovem ruiva que está em busca da avó desaparecida. Em uma trama recheada de ação e aventura, com um toque de sensualidade e ficção científica, Marissa Meyer prende a atenção dos leitores e os deixa ansiosos pelos próximos volumes da série.

Um grande receio que eu tinha sobre As Crônicas Lunares foi como a autora faria para interligar todos os livros e continuar uma mesma história sendo que cada um tem uma protagonista diferente... E fiquei fiquei muito surpreso e encantado com a forma que ela trabalhou isso no livro, de verdade. Isso com certeza é um dos pontos altos da série e torna a leitura muito mais dinâmica e fácil de se apaixonar.

Nesse segundo volume, conhecemos Scarlet, uma jovem que está desesperada para encontrar sua avó que desapareceu a dias e deixou para trás apenas seu chip de identificação. Ela e avô levavam uma vida tranquila numa fazenda, produzindo e entregando vegetais para restaurantes e afins, e numa dessas entregas seu caminho acaba cruzando com o de Lobo, um lutador misterioso que se mostra decidido a ajudá-la a encontrar sua avó, além de parecer saber mais do que realmente sabe. Scarlet acaba numa aventura perigosa e cheia de segredos para salvar sua avó, na qual seu caminho vai se cruzar com o de Cinder e ela vai descobrir coisas sobre o passado da sua família que ela jamais imaginaria.

Créditos: https://www.rocco.com.br/cronicas-lunares/

Eu gostei muito mesmo dessa continuação; eu não percebi o quanto estava sentindo falta do universo das Crônicas Lunares até pegar o livro para ler e ver que a autora não só continuou com uma história gostosa de ler como também melhorou muito a série. Que todo o universo da série foi criativamente construído, a gente já sabe, mas nesse livro conhecemos muito mais desse mundo... São pequenos detalhes que fazem toda a diferença.

E Scarlet me conquistou logo de cara! Que personagem maravilhosa <3 Super corajosa e determinada, mas também sensível e engraçada, é impossível não gostar dela. Já Lobo eu fiquei meio em cima do muro, mas gostei dele também, apesar de ter meus poréns rs 

Créditos: https://www.rocco.com.br/cronicas-lunares/


Mas o livro não é só narrado na visão de Scarlet, como pode parecer... Temos também capítulos no ponto de vista de Cinder e Kai, os personagens do primeiro livro, e isso foi outro ponto alto do livro... essa divisão de capítulos deu uma visão muito mais ampla à história e torna muito mais fácil e curioso de ver como tudo se encaixa, além de percebermos como a história se encaminha mais ainda para um grande conflito. 

A narrativa continua com aquela pegada "sessão da tarde", mas garanto que vocês não vão achar chato. Crônicas Lunares é uma série que está a cada livro ganhando mais espaço no meu coração; cheia de aventura e romance, é uma releitura super divertida dos contos de fadas. Mais do que recomendo.


Resenha - Lembra Aquela Vez - Adam Silvera

12 de novembro de 2017

Ano: 2017 / Páginas: 336
Idioma: português
Editora: Rocco Jovens Leitores

Finalista na categoria romance juvenil do Prêmio Lambda, o mais tradicional do segmento de literatura LGBT do mundo, e celebrado por veículos como The New York Times (“lindo romance de estreia”) e Chicago Tribune (“comovente”), entre outros, Lembra aquela vez conta a história de um garoto do Bronx (re)descobrindo sua sexualidade. Aos 16 anos, Aaron carrega no pulso uma cicatriz que registra a dor pelo suicídio do pai, mas, com o apoio da mãe e da namorada, Genevieve, está determinado a seguir em frente. Quando a garota viaja para um acampamento, porém, Aaron se aproxima de Thomas, e acaba encontrando nele mais do que um melhor amigo. Confuso, Aaron considera recorrer ao LETEO, um instituto que realiza procedimentos científicos para apagar memórias indesejáveis, na tentativa de esquecer lembranças ruins e, principalmente, quem ele é. Mas será possível encontrar a felicidade fugindo de si mesmo? Com uma narrativa pungente e sincera, Adam Silvera fala sobre bullying, homofobia, medo, incertezas, ética, amizade, amor, aceitação e a procura pela felicidade.


A história começa com Aaron fazendo um comentário sobre a Leteo um instituto que promete um tratamento que muda e suprime algumas memorias não desejadas. Alguns acreditam que possa ser verdade outros nem tanto.

“A primeira vez que vi um cartaz no metrô divulgando o instituto capaz de fazer as pessoas esquecerem as coisas, pensei que se tratasse de uma campanha de marketing para um novo filme de ficção cientifica. E quando vi a manchete “Aqui hoje, esquecido amanhã” na capa de um jornal, pensei que a matéria falasse de algo sem graça, como a cura para um novo tio de gripe”.

Aaron é um adolescente de16 anos, que vive com sua mãe e seu irmão em uma casa pequena e bem simples.

Após encontrar seu pai morto na banheira de casa por suicídio, Aaron não entende o porquê e também tenta um suicídio. Em seus pulsos ele traz as cicatrizes que ele costuma dizer que se parece com sorrisos. Sua mãe sempre triste pela perda do marido, e até com raiva por ele tê-los deixado dessa maneira, sempre olhas os folhetos da Leteo. Mesmo com todas as adversidades, ele é um adolescente como qualquer outro. Sua namorada Genevieve é quem te da forças para seguir, com quem ele também pode conversar. 

Durante uma brincadeira com os amigos Aaron conhece Thomas, que mora no conjunto habitacional vizinho, logo ficam amigos. Quando Genevieve vai para um retiro de artista, Aaron se aproxima cada vez mais de Thomas. Seus amigos começam a desconfiar de algo, e fica claro que Thomas está se apaixonando por Thomas. 

“Thomas também corre o dedo sobre a cicatriz depois cutuca meu pulso duas vezes. Seus dedos estão sujos do ioiô e de outras coisas do telhado. Mas agora eu entendo; ele desenhou olhos, com duas impressões digitais sujas sobre a cicatriz.”

Os amigos não aceitam e acabam dando uma surra em Aaron, o que já é uma confusão em sua cabeça se torna ainda pior. Ele começa a se recordar de coisas que antes não estavam em sua cabeça.

Este é um livro triste, acredito que por ser mãe de dois adolescentes me apeguei a Aaron, e as dores deles me afetaram bastante, no começo a história tem esse ritmo bem lento, com uma linguagem bem adolescente mesmo. Quando Aaron começa a sentir que algo esta diferente, ele começa a sofrer com isso, e me passou na cabeça o que esta acontecendo no Brasil, com a tal “cura gay”, e o sofrimento das pessoas que são humilhadas, agredidas por preconceitos ridículos. 

E quando você percebe que Aaron já sofre com a pobreza e com a perda do pai, e ainda sofre por estar descobrindo sua identidade sexual, com tanto preconceito, tudo se passa na cabeça, pois isso é uma grande realidade nos dias de hoje. 

Quanto ao Instituto Leteo, não acredito que realmente valeria a pena esquecer memoria ruins para seguir, pois são das dores que tiramos forças para continuar a vida. 

Eu não consigo descrever exatamente o que senti ao final dessa leitura, mas sofri bastante, é um livro bem marcante, e triste. É narrado em primeira pessoa, então o leitor consegue entender bem o que se passa na cabeça do personagem. Recomendo a leitura sem sombra de duvidas, pois é um ótimo livro. 

Resenha por Bel Líbera


Resenha: A Menina que Tinha Dons - M.R. Carey

11 de novembro de 2017


Ano: 2014 / Páginas: 384
Idioma: português
Editora: Rocco Fábrica231

Sinopse: Cultuado autor de quadrinhos e roteiros da Marvel e da DC Comics, entre eles algumas das mais elogiadas histórias de X-Men e O Quarteto Fantástico, o britânico M. R. Carey apresenta uma trama original e emocionante em sua estreia como romancista com A menina que tinha dons, lançamento do selo Fábrica231. Aclamado pela crítica, o livro se tornou um bestseller imediato na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos ao contar a história de Melanie, uma menina superdotada que faz parte de um grupo de crianças portadoras de um vírus que se espalhou pela Terra e que são a única esperança de reverter os efeitos dessa terrível praga sobre a humanidade. Uma comovente história sobre amor, perda e companheirismo encenada num futuro distópico.

Lançamentos: Editora Rocco

7 de novembro de 2017


Oi pessoal!!!
Bora conferir o que tem de novo da Editora Rocco???
Lembrando que é só clicar na capa para adicionar no Skoob, ok?

Resenha: Enraizados - Naomi Novik

10 de outubro de 2017


Ano: 2017 / Páginas: 384
Idioma: português
Editora: Rocco
Sinopse: Autora da aclamada série Temeraire, bestseller do The New York Times, Naomi Novik introduz um mundo novo e ousado, com raízes fincadas no folclore eslavo, em Enraizados, indicado ao Hugo e vencedor do Nebula, entre outros prêmios literários. Na trama, Agnieszka e Kasia são melhores amigas e levam uma vida tranquila no vale. Mas essa tranquilidade cobra seu preço. Afinal, às margens do vilarejo onde moram fica a temida Floresta corrompida, cheia de um poder maligno desconhecido, e para impedir que ele avance para além das fronteiras da Floresta, o povo do vale conta somente com a proteção de um mago frio e ambicioso, que a cada dez anos exige que uma jovem do vilarejo seja entregue para servi-lo. Enquanto a próxima escolha se aproxima, Agnieska teme por sua bela, graciosa e corajosa amiga. Mas pode ser que ela esteja errada. Porque, quando o Dragão chegar, não é Kasia que ele vai escolher.

Resenha - Levana - Marissa Meyer

5 de outubro de 2017

Ano: 2017 / Páginas: 256
Idioma: português
Editora: Rocco Jovens Leitores

Quem é a verdadeira mulher por trás da fascinante vilã que perpassa as histórias de Cinder, Scarlet, Cress e Winter? Neste spin-off da série de contos de fadas futuristas Crônicas Lunares, a autora Marissa Meyer revela o passado e as motivações de Levana, a cruel rainha que sonha em governar o povo de Luna. Filha mais nova ofuscada pelo brilho e charme da verdadeira herdeira do trono, sua irmã Channary, Levana teve o rosto desfigurado por queimaduras na infância e aprendeu a se camuflar, manipulando todos a sua volta com uma beleza fictícia. Assim, conquistou à força o amor de Evret Hayle, por quem sempre foi apaixonada, tornando-se madrasta de Winter quando ele perdeu a esposa no parto da filha. E seu próximo passo é tomar o trono definitivamente.
Levana é um conto, um spin-off da Série Crônicas Lunares e nos conta um pouco mais sobre a cruel rainha Levana. Aqui vamos ver a sua adolescência ao lado de sua irmã Channary que é igualmente uma pessoa má e egoísta, descobriremos também como Levana ficou desfigurada por queimaduras, o que a leva a se camuflar, mostrando a todos uma beleza inexistente. 

Após a leitura da série crônicas lunares é impossível não desejar conhecer um pouco mais da história dessa tão odiada rainha, durante a série Marissa nos deixa curiosos com as motivações da terrível vilã e esse livro veio para tentar suprir essa necessidade.  



Não pense que esse é um livro para tentar redimir as atitudes de Levana, muito pelo contrário. Nesse livro vamos descobrir tudo o que esta por trás das ações de Levana, eu cheguei a conclusão que nada nem chega perto de ser uma desculpa para ela ser tão ruim. 

O tempo todo você percebe como ela é ambiciosa e calculista, e apesar de muitas vezes ser insegura, ela não pesa as coisas que tem que fazer, ela faz o que tem que ser feito para conquistar seus objetivos e não se importa com quem terá que passar por cima ou com o que terá que fazer.  

Levana acaba se casando com Evret e só pela relação dos dois nós percebemos o quanto ela é realmente doentia e egoísta. É nesse livro que nós percebemos que de fato sempre tivemos motivos reais para odiar Levana. 

Esse é um conto bem longo e sem divisão de capítulos, o que me incomodou um pouco não ter uma divisão expressa entre os acontecimentos, apenas um tracinho para separar. Marissa mantém sua narrativa incrível e que envolve qualquer leitor, é impossível não se apaixonar por essa série mágica. 

O livro também nos agracia com a presença dos outros personagens da série, pequenos trechos que conseguem acalentar os fãs órfãos de Crônicas Lunares. Levana veio pra fechar com chave de ouro,  é um verdadeiro presente para os fãs da série. 

A capa é maravilhosa e mantém o padrão da série. Revisão perfeita e a diagramação ficou muito confortável. 


Lançamentos de Outubro - Editora Rocco

4 de outubro de 2017


Oi pessoal!
Querem mais lançamentos???
Hoje, trago para vcs os lançamentos da Editora Rocco e seus selos!
Confiram:

Lançamentos: Editora Rocco

12 de setembro de 2017


Oi pessoal!
Bora saber o que tem de novo na Rocco??
Confira abaixo:

Resenha - Eu Fui a Melhor Amiga de Jane Austen - Cora Harrison

23 de agosto de 2017


Ano: 2011 / Páginas: 320
Idioma: português
Editora: Rocco
Chega ao Brasil o livro: "Eu fui a Melhor Amiga de Jane Austen" da autora Cora Harrison. A história tem o objetivo de introduzir os mais jovens ao empolgante mundo dos livros de Jane Austen. O livro traz uma combinação entre fatos históricos e ficção, apresentando a relação entre as adolescentes Jane Austen e sua prima Jenny Cooper.





Lançamentos: Editora ROCCO

11 de agosto de 2017


Oi pessoal!!!
E começamos o mês de agosto heim?!
Mês de Bienal neh? *chora porque não vou 😢😢*
Então, vamos começar a fazer a listinha de livros para comprar lá? hehehehehe
Confiram os lançamentos da Editora ROCCO e seus selos:

Resenha - A Ordem dos Clarividentes - Samantha Shannon

3 de agosto de 2017


Ano: 2017 / Páginas: 400
Idioma: português
Editora: Fantástica Rocco

No segundo volume da série Bone Season, uma fantasia distópica com toques paranormais, Paige Mahoney escapou da colônia penal Sheol I e é a pessoa mais procurada de Londres. Ela é uma andarilha onírica, um dos tipos mais raros de videntes, que são uma realidade na Inglaterra em 2059, mas nem por isso deixam de ser marginalizados e perseguidos pela sociedade. Com a comunidade clarividente dividida por segredos obscuros e ameaçada pelos Rephaim, Paige deve seguir em frente, até que o destino de Scion, e o seu próprio, seja decidido.



Na Londres de 2059 qualquer pessoa que tenha o dom da clarividência é perseguida pelo governo e com Paige Mahoney, uma andarilha onírica, não foi diferente. Paige foi caçada e levada para a colônia penal de Sheol I. Após inúmeros acontecimentos, finalmente ela consegue escapar, só que agora ela é a pessoa mais procurada de Londres. 

Durante o tempo em que Paige passou Sheol, ela descobriu o que acontece com os desnaturais capturados pelo governo, eles se tornam escravos dos Rephaim, e o grande objetivo de Paige é relatar aos desnaturais tudo o que descobriu, mas Nashira, a líder dos Rephaim, quer trazer Paige de volta e impedir que ela espalhe a informação que obteve e abafar uma possível revolta.



A ordem dos clarividentes começa exatamente onde o livro anterior terminou, contudo não teve um início tão fluido como o primeiro livro. Custei a me envolver com a leitura, só comecei a me interessar pelo enredo quando chegou na metade do livro. 

O enredo de Samantha Shannon é bem descritivo e eu até gosto de livros bem detalhistas, mas acredito que ela tenha exagerado um pouco nesse livro. Era tanto detalhe que eu já estava ficando impaciente e com vontade de fazer uma leitura dinâmica.

Depois da metade do livro o negócio começou a me interessar viu? eu fiquei num nervoso pra descobrir logo as coisas que não consegui parar de ler. O livro é uma mistura de distopia com fantasia e adorei que o foco é a distopia e não romance. 

Adorei poder conhecer mais do ambiente da Londres de 2059 que Samantha criou, o primeiro livro foi bem focado na colonia penal em que Paige estava e não tivesse uma visão do que Samantha poderia ter imaginado para Londres, adorei a descrição do ambiente, já se vê o capricho que a autora teve em criar algo bem feito e muito original. Aliás o livro como um todo é muito original, todos os personagens, os seres místicos, tudo muito bem elaborado pela autora. 



A narrativa é feita em primeira pessoa, pela Paige que se mantém uma personagem incrível e conseguiu evoluir ainda mais nesse livro, ela é uma revolucionária nata e eu tinha certeza que ela não iria me decepcionar. 

Sobre o casal? Um romance proibido e sem futuro, mas admito que passei a shipar. 

Em suma, o livro começou de maneira arrastada mas a segunda metade do livro fez tudo valer a pena. Um livro repleto de ação, que me deixou tensa e muito ansiosa. Fiquei louca com tudo o que aconteceu e mal posso esperar pelo terceiro livro. Sem dúvida alguma essa série conquistou o meu coração e quero recomendar pra todo mundo. 

A capa mantém o padrão da primeira e sinceramente é infinitamente mais bonita que a capa estrangeira. Revisão e diagramação impecável. 




Lançamentos de Julho: Editora Rocco

14 de julho de 2017


Oi Pessoal!!
Bora conhecer os lançamentos desse mês da Editora ROCCO e seus selos???
Confiram: